Antônio Lemos Augusto, jornalista e advogado em Cuiabá-MT
Um dos primeiros livros que li foi O menino do dedo verde, de Maurice Druon, escrito em 1957. É uma obra infantil de grande importância para a literatura mundial e presente obrigatório de pais que queiram incentivar filhos à leitura e, mais ainda, à consciência.
Tistu era um garoto comum, filho de pais ricos. A família era proprietária de uma indústria bélica e a cidade, em função da fábrica, tinha o nome de Mirapólvora. O garoto chega à idade de escolarização e é levado ao colégio. Porém, já no primeiro dia de aula, é expulso, porque dormiu (E quem não dorme às vezes com o ensino clássico e tradicional?).
Os pais resolvem que Tistu irá se educar em casa, nos livros e com suas observações. E logo Tistu descobre Bigode, o jardineiro. Repentinamente percebe que tem o “dedo verde”. Onde Tistu encosta o polegar, nascem plantas.
Esse é o roteiro básico das aventuras do garoto, em um livro que tem um final marcante, longe dos finais felizes das histórias comuns infantis.
Enfim, mais do que dar o livro de presente ao filho, leia você mesmo.
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