Nova pagina 1

Submarino

 

Busca:

   

A massa que faz o pão vale a luz do seu suor - Beto Guedes e Ronaldo Bastos

Home

Atualizado sempre que a criatividade "baixar"...

  
     

Expressões Humanas

 

 
   

 Apresentação    
   

Bico de Pena

   
   

Clave de sol

   
   

Claquete

   
 

Prateleira

 
   Atitude  
 

Balaio crítico

 
 

Imprensa ética

 
 

Dicas de sites

 
   Rindo à toa  
 

Fale conosco

 
   Indique nosso site  
   Ai que ódio!  
     

 

   
 

   

A educação que amarra um país

 
 
16/01/07  - A educação que amarra um país
 
Aldair José dos Santos, jornalista em Mato Grosso

O processo educacional no Brasil tem uma história marcada pela irresponsabilidade e pela demagogia. É deprimente observar que, após cinco séculos, o país luta para aprovar uma lei instituindo o Fundo Nacional de Educação Básica. É só um exemplo. Os avanços das últimas décadas foram insignificantes diante de um mundo voraz por conhecimento e desenvolvimento. O Brasil caminha lentamente, enquanto outros surpreendem o gigante sul americano nas mais diversas áreas do conhecimento humano.

Levando-se em consideração as características de cada nação, os exemplos da Coréia e da China, países asiáticos, são uma demonstração cristalina do resultado positivo alcançado quando se investe em educação. Nem sempre o crescimento econômico se traduz em justiça social. Mas, quando economia e educação caminham juntos, os saltos de qualidade de vida são imediatos. Não há nenhuma grande nação sem investimento sério em educação. Os países asiáticos citados investiram, nas últimas três décadas, até três vezes mais do que o Brasil na área da educação, levando-se em consideração o Produto Interno Bruto.

O Brasil tenta desesperadamente recuperar o espaço perdido, criando programas universitários, como o Prouni, e programas sociais assistencialistas que exigem a presença do beneficiário na escola. Tenta investir também em cursos universitários de curta duração, os chamados tecnológicos, que cresceram 300% nos últimos anos. Mas a qualidade não conseguiu acompanhar a demanda. Ainda faltam professores capacitados e infraestrutura devido aos repasses escassos de verbas.

Tomara que, em um futuro bem próximo, tudo não passe de conjecturas, mas a impressão é de que educação se tornou apenas conjectura para ocupar páginas de programas políticos, tudo encaminhado às usinas de reciclagem após as campanhas eleitorais. Talvez, para os mandatários da Aldeia Brasil, seja mais importante que o papel ocupado com propostas e projetos vire papel picado e até serpentina na roda de carnaval ou para colorir o reveillon deste povo alegre, pacífico e feliz.

Voltar


comente/critique essa matéria

 

 

 

Nova pagina 1

 

 

Direção do site